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Ponta a Ponta 2020

O maior desafio dos Açores


São Jorge de Ponta a Ponta é um evento que se realiza em pleno coração dos Açores, na ilha de São Jorge e que no dia 17 de Outubro de 2020 terá a sua VI edição.

Esta competição tem como objetivo a travessia longitudinal da ilha de São Jorge. Tem início na ponta Ocidental da ilha, no farol dos Rosais e final na ponta Oriental, no farol do Topo.

Este desafio tem 4 modalidades em competição:

- Caminhada 64K com um ganho de altitude de 1 478 metros;

- Ultra Maratona 64K com um ganho de altitude de 1 478 metros;

- Ultra Trail 80K com um ganho de altitude de 3 000 metros;

- BTT 90K com um ganho de altitude de 3 600 metros.


Inscrições abertas até dia 31 de Agosto de 2020.


www.pontaaponta.pt

Os traçados dos percursos passam por vários locais de de belezas naturais únicas, oferecendo sempre as vistas para as restantes ilhas do grupo central dos Açores.

São Jorge de Ponta a Ponta, tem início junto ao Monumento Natural da Ponta dos Rosais, passando por grande parte do Parque Natural de São Jorge, nomeadamente pelas zonas de Reserva Florestal de Recreio das Sete Fontes, Reserva Florestal Parcial do Pico do Areeiro, Pico das Caldeirinhas, Pico do Carvão, Pico da Esperança e Reserva Florestal de Recreio da Silveira, terminando na Zona de Protecção Especial para a Avifauna do Ilhéu do Topo e Costa Adjacente.

Outros dos locais de passagem do evento, especialmente para as modalidades de BTT e Ultra Trail, são as típicas Fajã da Ilha de São Jorge. Os atletas nestas modalidades passam pelas Fajãs do Ginjal, do Além, São João e Seramangueira, estas na Costa Sul da Ilha.

Os traçados dos percursos passam por vários locais de de belezas naturais únicas, oferecendo sempre as vistas para as restantes ilhas do grupo central dos Açores.

São Jorge de Ponta a Ponta, tem início junto ao Monumento Natural da Ponta dos Rosais, passando por grande parte do Parque Natural de São Jorge, nomeadamente pelas zonas de Reserva Florestal de Recreio das Sete Fontes, Reserva Florestal Parcial do Pico do Areeiro, Pico das Caldeirinhas, Pico do Carvão, Pico da Esperança e Reserva Florestal de Recreio da Silveira, terminando na Zona de Proteção Especial para a Avifauna do Ilhéu do Topo e Costa Adjacente.

Outros dos locais de passagem do evento, especialmente para as modalidades de BTT e Ultra Trail, são as típicas Fajã da Ilha de São Jorge. Os atletas nestas modalidades passam pelas Fajãs do Ginjal, do Além, São João e Saramangueira, estas na Costa Sul da Ilha.

Ilha de São Jorge - Açores

Ilha de São Jorge

 

A Ilha de São Jorge está situada em pleno coração do Arquipélago dos Açores, (Região Autónoma dos Açores - República Portuguesa), a 28 graus 33' de longitude Oeste e 38 graus 24' de latitude Norte, a 40 milhas a Sul da Graciosa, 20 milhas a Norte do Pico e 30 milhas a Leste do Faial. Considerada uma das ilhas mais verdes dos Açores, S. Jorge está povoada, aqui e além, de castanheiros, faias, pinheiros, eucaliptos e acácias, que se misturam com os vestígios da floresta laurissilva existente antes do povoamento. O cedro e a urze são relíquias da vegetação existente no Sul da Europa e no Norte de África há mais de 15 milhões de anos.

 

O descobrimento e povoamento da ilha estão envoltos em mistério. A primeira referência a São Jorge data de 1439 e sabe-se que, cerca de 1470, quando já existiam núcleos de colonos nas costas oeste e sul e a povoação de Velas fora fundada, veio para a ilha o nobre flamengo Wilhelm Van der Haegen, que, no Topo, criou uma povoação onde veio a morrer, com fama de grandes virtudes, já com o seu nome traduzido para Guilherme da Silveira.

 

Rápido deve ter sido o povoamento da ilha, com gentes vindas do Norte do continente, bem como a sua prosperidade, pois a sua capitania era doada, em 1483, a João Vaz Corte Real, donatário de Angra, na Terceira, e Velas recebia foral de vila antes do final do séc. XV. Topo era sede de concelho em 1510 e Calheta em 1534, demonstrando a vitalidade de uma economia que, além da vinha e do trigo, tinha no cultivo do pastel e na colheita da urzela, exportados para a Flandres e outros países da Europa, e usados na tinturaria, as suas principais produções.

 

A crise dinástica provocada pela subida ao trono de Portugal do rei Filipe II de Espanha teve os seus reflexos em São Jorge, que, como a ilha Terceira, tomou o partido do pretendente D. António, Prior do Crato, só vindo a capitular frente aos espanhóis após a queda da Terceira, em 1583. Segue-se um período de séculos em que a ilha se mantém quase isolada, o que se deve atribuir ao abrigo precário que os seus portos ofereciam aos navios, à sua limitada importância económica Mesmo assim é sujeita a ataques de corsários ingleses e franceses durante os séc. XVI e XVII e às devastadoras razias dos piratas turcos e argelinos. No final do séc. XVI, uma secção da esquadra sob o comando do conde Essex desembarca na enseada da Calheta.

 

Para a repelir os habitantes arremessam pesadas pedras - únicas armas de que dispunham - e um soldado chamado Simão Gato, enfrenta o oficial da força inimiga, derruba-o e arranca-lhe a bandeira. No séc. XVIII, o corsário francês Du-Gnay-Trouin pilha São Jorge e, no ano de 1816, um corsário argelino que procurava apoderar-se de um navio mercante, é rechaçado pelos tiros da fortaleza da Calheta. Outras calamidades afligem São Jorge. São as privações e crises de alimentos em maus anos de colheita, desde o séc. XVI ao séc. XIX, os sismos e erupções vulcânicas de 1580, 1757 e 1808 . 
O isolamento do passado tem vindo a ser quebrado com as obras realizadas nos dois principais portos - Velas e Calheta - e o aeroporto, abrindo a São Jorge novos horizontes de prosperidade e progresso, para o que conta com a integral utilização dos seus recursos naturais, a expansão da pecuária e dos lacticínios, da pesca e da indústria de conservas.

 

Na Gastronimia encontra o famoso Queijo da Ilha de São Jorge, as amêijoas da Fajã da Caldeira de Santo Cristo, espécies, torresmos de porco, molha de carne, caldeirada de congro, inhames com linguiça, bolo de véspera, rosquilhas, aguardente de nêspera e angelica.